É essa a liberdade de imprensa que Geraldo e Serra do PSDB defendem?

setembro 23, 2010


No debate candidato do PSDB estava visivelmente inseguro. Mercadante esteve tranquilo.

agosto 18, 2010

Por Izabela Freitas

Em um apanhado geral das notícias, fica claro que o candidato do PT, Aloízio Mercadante (@Mercadante) teve mais uma vez uma conduta serena e segura durante o debate que aconteceu na última terça-feira (17) pelo site da Folha/UOL.

Mercadante reafirmou suas propostas de trazer o Estado de São Paulo para o futuro, e foi contundente em seus depoimentos. Mesmo quando questionado por um internauta que fez uma pergunta com um tempo maior do que o tempo que constava nas regras do site; sobre a discordância com Sarney, o candidato não perdeu a segurança e respondeu com coerência.

O candidato do PT também foi questionado sobre as pesquisa de votos, e mais uma vez respondeu com firmeza e honestidade, que as eleições estão apenas começando e que espera que os eleitores do Estado de São Paulo votem pela mudança.

O candidato do PSDB Geraldo Alckmin, foi o candidato mais pressionado durante o debate todo. Aloízio Mercadante e Celso Russomanno apontaram as maiores falhas do governo atual e propuseram novas medidas para corrigir as falhas do PSDB, que já está há 16 anos no controle. O candidato do PSDB estava visivelmente inseguro e algumas vezes chegou a responder determinadas perguntas quando já haviam sido feitas na rodada anterior do debate.

O candidato do PSDB chegou a comentar que estava sendo pressionado pelos colegas de debate, e não respondeu com clareza as perguntas feitas pelos internautas. O destaque foi quando um internauta perguntou se Alckmin matricularia seus filhos na escola pública, e o candidato saiu pela tangente e não respondeu a pergunta do internauta.

E ao ser questionado pelo Jornalista Josias de Souza sobre o caso ALSTON, Geraldo do PSDB titubeou e não diz porque não olhou com a devida atenção as denúncias contra a empresa. Apenas afirmou que os culpados serão punidos pelas irregularidades.

Celso Russomano, candidato do PP, fez um debate firme questionando as demoras de atendimento na saúde, e disse que uma de suas medidas consiste na melhoria de salário para valorizar a carreira dos policiais. Além disso, juntamente com Mercadante, Russomano também aproveitou o debate para apontar as falhas do governo atual, que teve 16 anos para fazer tudo o que não foi feito.


Insustentável leveza

agosto 17, 2010

LAURA CAPRIGLIONE

Insustentável leveza

É de estarrecer a forma como se comporta o governo do Estado de São Paulo quando o assunto é educação. Agora, uma medida que se chegou a apresentar como revolucionária cai por terra antes mesmo de ser aplicada. Trata-se do chamado “vale-presente” -a Secretaria da Educação daria R$ 50 a alunos que, em dificuldades com matemática, não faltassem a aulas de reforço.

Houve quem visse no “presente” propósitos eleitoreiros, outros acusaram-no de premiar o fracasso escolar (bons alunos não concorreriam ao benefício), outros ainda de ser antieducativo, já que, ao prazer do aprendizado, que deveria ser o alvo do processo pedagógico, se anteporia a força da grana.
Ocioso, agora, discutir as objeções. O que assombra é a leveza beirando a irresponsabilidade com que o secretário Paulo Renato Souza anunciou o cancelamento do programa, ontem, na Folha: “É um projeto que está muito cru”, disse ele. “Muito cru”, secretário?

Tem sido assim a condução da educação pública paulista.

Projetos ditos sensacionais em um dia evaporam no dia seguinte. Isso ajuda a explicar por que são pífios os indicadores de desempenho escolar no Estado mais rico.

E não melhoram, como o próprio Paulo Renato foi obrigado a reconhecer à vista dos resultados do último Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo): “Numa avaliação média, eu diria que tivemos uma estagnação”, admitiu, confrontado com o fato de que a performance em matemática no ensino médio chegou a regredir entre 2008 e 2009.

Em português e matemática, a nota dos alunos do 3º ano do ensino médio atesta que eles têm competência abaixo da que seria esperada para alunos da 8ª série do ensino fundamental.

São 15,5 anos de administrações tucanas em São Paulo.

Uma criou a Escola da Família, outra desidratou-a. Primeiro se trombeteou que professores temporários sem qualificação para lecionar seriam demitidos. Depois o propósito foi abandonado. “Minha primeira obrigação é garantir aula”, disse o secretário, como se alguém discordasse.
Até uma incrível parceria entre a cantora pop Madonna e a Secretaria da Educação chegou a ser alardeada, com direito a foto do secretário e do então governador José Serra em troca de sorrisos com a “Material Girl”.

A ideia era aplicar um tal “programa educacional baseado em princípios cabalísticos” na rede pública. “Não é propriamente um programa formal, mas para desenvolver psicologicamente. Para enfrentar melhor a vida”, disse Serra à época. Foi só a mãe de Lourdes Maria voltar para casa e nunca mais se falou no assunto. Seria tudo uma piada se não se tratasse das vidas e esperanças de tantos jovens.


Lula investiu R$ 580 milhões em hospitais para São Paulo

agosto 14, 2010

Durante o debate promovido pela TV Bandeirantes com os candidatos ao Governo do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, acusou o Governo Federal de ter reduzido o repasse na área de saúde para São Paulo. Ao contrário do que disse o ex-governador tucano, o Governo Lula investiu um total de R$ 580 milhões em saúde e grandes hospitais no Estado de São Paulo.

O Governo Lula transferiu R$ 9,2 milhões para procedimentos de média e alta complexidade, manutenção de equipes de profissionais, medicamentos e vigilância sanitária, o dobro do valor gasto pela gestão do PSDB, R$ 4,2 milhões.
O repasse do Governo Lula beneficiou as regiões das cidades de São Carlos, Guarulhos, Diadema, Santo André, Campinas e São Bernardo do Campo.

Em São Carlos foram repassados para o Hospital Escola Municipal, R$ 37,7 milhões; para o Hospital Prefeitura, entre obra e equipamentos, R$ 12,5 milhões; e para a Fundação Universidade de São Carlos, R$ 3 milhões. O Hospital Ouro Verde de Campinas recebeu R$ 41,8 milhões para obras e equipamentos. Guarulhos foi beneficiada com R$ 18,6 milhões para o Hospital do Bairro dos Pimentas.

Na região do Grande ABC, São Bernardo do Campo recebeu R$ 102 milhões para seu hospital. Diadema, um total de R$ 28,1 milhões para a unidade denominada Quarteirão da Saúde. Em Santo André, o Hospital da Mulher foi ampliado e equipado com mais de R$ 6,2 milhões recebidos.

Além disso, o Governo Federal investiu em 103 UPAs (Unidades de Pronto Atendimentos) para o Estado de São Paulo, com funcionamento durante 24 horas e que custaram R$ 186,6 milhões. Em relação às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) foram gastos R$ 3,7 milhões para a habilitação de 97 unidades. Postos de saúde e unidades especializadas em vários municípios consumiram R$ 140 milhões.

O Estado conta ainda com recursos federais para os programas Farmácia Popular e Brasil Sorridente.

No entanto, o Estado de São Paulo, o mais rico do Brasil e que há 16 anos está sob a gestão dos tucanos, é o único no país que não colabora no custeio do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).


MERCADANTE VENCE DEBATE E COLOCA ALCKMIN NA PAREDE

agosto 13, 2010

Além de colocar propostas claras para enfrentar os graves problemas deixados em São Paulo depois de 16 anos de sucessivas gestões do PSDB, o Senador Mercadante disse a melhor frase do debate: “Alckmin não gosta de trens porque não dá prá cobrar pedágio!”

Depois de mostrar que Alckmin não construiu nenhuma nova ferrovia em São Paulo, disse que irá apostar nos trens de alta velocidade e que irá fazer uma ação contundente para melhorar o trânsito em São Paulo.

Na sua primeira intervenção Mercadante disse ser inaceitável que o Estado mais rico do país continue a pagar um dos piores salários para seus professores. Mercadante sabe que sem melhorar nossas escolas públicas, nosso Estado perderá força e nossas crianças terão menos oportunidades de futuro.

Quando Mercadante falava sobre a absurda Educação sem avaliação implantada pelos tucanos, o candidato do PSDB mentiu abertamente ao dizer que em seu governo nunca ocorreu uma greve dos professores. Imediatamente no Twitter as pessoas desmontaram a farsa com diversos links, um deles foi este: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u17943.shtml

O mais difícil para o candidato tucano foi ter que ouvir Mercadante ler um trecho do relatório em que Serra critica a gestão Alckmin para o Tribunal de Contas. Até o candidato a presidente tucano critica Alckmin.

Everton Rodrigues


Para as classes C e D,

agosto 9, 2010

Na foto, o Jabor quando viu a Classe “D” na fila
Por sugestão de amiga navegante baiana, o Conversa Afiada publica esse post do Terra e lamenta profundamente que o Arnaldo Jabor venha a se aborrecer com as filas nos aeroportos:
Empresas

Em busca das classes C e D, TAM venderá bilhetes nas Casas Bahia

Peter Fussy

Direto de São Paulo

Em busca de passageiros das classes C e D, a companhia aérea TAM anunciou nesta quinta-feira uma parceria com a Casas Bahia para vender passagens. A partir do próximo domingo, a empresa vai instalar estandes de venda nas filiais da Casas Bahia na Praça Ramos, na Vila Nova Cachoeirinha e em São Mateus, na capital paulista.

Segundo a empresa, o consumidor poderá dividir o valor das passagens em até 12 vezes no cartão de crédito da rede ou no ItaúCard/TAM, sendo que a parcela mínima será de R$ 20. Após um tempo de experiência, a parceria deve ser estendida para outras lojas da varejista.

Pesquisa citada pela TAM durante o anúncio da parceria mostra que cerca de 8,7 milhões de brasileiros das classes C e D devem fazer sua primeira viagem de avião até 2011. O levantamento foi feito pelo instituto Data Popular.

Atualmente, as classes emergentes representam cerca de 6% dos passageiros da aérea. Segundo o presidente da TAM, a aproximação com as classes C e D tem como um dos objetivos mudar a imagem de “companhia dos executivos”. “Queremos conquistar todos os públicos”, afirmou Líbano Barroso.

Em tempo: primeira página do jornal Agora, o único que presta em São Paulo:

“Passagem de avião para o Natal está mais barata que de ônibus”.


Atacar o Irã: erro iminente

agosto 9, 2010

3/8/2010, Ruqayyah Shamseddine, Al-ManarTV, Beirute
http://www.almanar. com.lb/NewsSite/ NewsDetails. aspx?id=148986&language=en

A partir de 1945, os EUA já tentaram derrubar pelo menos 50 governos estrangeiros – incluída a última tentativa, em curso, de derrubar o governo eleito do Irã. Essa vergonhosa estatística não é resultado apenas de má política externa; quando o presidente Obama assinou a decisão e converteu em lei, dia 1/7/2010, as sanções contra o Irã, não cometeu erro de desatenção, nem errou por descuido. A política externa dos EUA pode ser comparada à ação de um assassino serial.

Estrangulamento econômico e agressão militar contra o Irã

As sanções agem em silêncio, mas são terrivelmente mortíferas. Matam combatentes e não-combatentes indiscriminadamente e covardemente. Basta ver as sanções que os EUA impuseram ao Iraque: o pesquisador Richard Garfield estima que “pelo menos 100 mil ou, em avaliação mais rigorosa, mais de 220 mil recém-nascidos e bebês morreram, no Iraque, entre agosto de 1991 e março de 1998, por causas motivadas ou diretamente relacionadas às sanções econômicas”.

O governo Obama divulgou as sanções econômicas dos EUA contra o Irã como se fossem medidas “pacíficas” – tentativa pacífica de asfixiar a economia iraniana, cujo único objetivo era tentar pacificamente paralisar o país. Não bastasse, no final de junho cerca de uma dúzia de navios de guerra dos EUA e pelo menos uma corveta israelense cruzaram o Canal de Suez seguidas de três esquadras navais – em ato flagrante de provocação e tentativa de intimidação, que veio coordenado com agressiva retórica imperialista.

Dia 1º de agosto, o almirante Mike Mullen – chefe do Estado-maior do exército dos EUA, disse que os EUA têm planos prontos para atacar o Irã. Falando no domingo ao programa “Meet the Press” da rede NBC, Mullen disse que “as opções militares estavam sobre a mesa e continuam sobre a mesa. Espero que não cheguemos até lá, mas é opção importante e é opção já bem compreendida” .

Grande número de jornalistas, dos mais bem qualificados aos inqualificáveis, têm-se dedicado a converter a Resolução n. 1.553 da Câmara de Deputados dos EUA, em petulante brincadeira de desocupados; convertendo o que bem poderia ser uma avalanche de repúdio nascida da opinião pública norte-americana, em retórica a mais oca, para assim suavizar o que jamais deixou de ser manobra política de alto conteúdo tóxico.

O corpo de jornalistas- correspondentes dos grandes jornais já nem falam do número de baixas na população civil, na pobreza e na subpobreza em que naufragam os territórios palestinos ocupados pela entidade sionista ou da grotesca cumplicidade entre regimes ocidentais. Nada disso. A cobertura que a imprensa, jornais e televisão, oferece da invasão, nos dois casos, tanto no Iraque quanto no Afeganistão, começou com algum alarido e rapidamente se converteu em sussurro, para só reaparecer, sempre tímida, quando clamam aos céus as cinzas de grande número de mortos ou acontece algum aniversário ‘histórico’ sem importância alguma.

Se, ou quando, o Irã for militarmente agredido, não será diferente.

A Câmara de Deputados dos EUA ‘exige’ guerra

A Resolução 1.553 da Câmara de Deputados dos EUA não finge nem tenta fingir que ‘anseia’ por alguma paz. Sua razão de ser vem explícita, jogada à cara do mundo:

“Expressamos integral apoio ao direito do Estado de Israel (…) de usar todos os meios necessários para enfrentar e eliminar a ameaça que vem da República Islâmica do Irã, inclusive o direito de usar força militar.”

Os deputados Republicanos dos EUA deram carta branca a Israel, hoje envenenada e que pode, em breve, estar também encharcada de sangue; o Estado sionista recebeu luz verde e os deputados dos EUA lhes gritam “Abrir fogo!”

Independente do que o conjunto hoje hegemônico de pseudo-intelectuais e políticos queira fazer-crer ao mundo, Israel não tem qualquer preocupação com a opinião pública, sempre que se trata de agir ao arrepio da lei internacional e de qualquer lei. Incontáveis vezes, sempre e sempre, Israel já deu provas de que sua agenda está acima de qualquer lei, e ninguém, até hoje, conseguiu levar o regime sionista às barras de algum tribunal, ou obrigá-lo a prestar contas de uma lista-de-lavanderia de crimes de guerra contra o povo palestino e o povo libanês. Israel não é Estado de Direito e jamais obedeceu a lei alguma, sempre em conluio com seu parceiro de crimes, os EUA.

As forças de ocupação israelenses já treinam para atacar o Irã

Dia 30 de julho, a mídia em Israel noticiou que as Forças de Ocupação Israelenses estavam em “treinamento militar na Romênia, em terreno montanhoso e de cavernas, semelhante aos túneis de montanha nos quais o Irã enterrou suas instalações nucleares. Seis aviadores israelenses morreram em acidente com um helicóptero Sikorsky “Yasour” CH-53 nas montanhas dos Cárpatos romenos, na 2ª-feira, 26/7. O acidente ocorreu na fase final de exercício conjunto de três exércitos, EUA-Israel-Romê nia[1], em que se simulava um ataque ao Irã”.

A rede PressTV libanesa noticiou, dia 1º/8, que Israel ameaça abertamente bombardear as instalações nucleares iranianas há anos, mas

“a probabilidade de ataque desse tipo aumentou significativamente, dada a crescente impaciência de Telavive com as sanções do Conselho de Segurança da ONU e dos EUA e outras medidas assemelhadas adotadas unilateralmente pelos EUA e pela União Europeia, que até agora não apresentaram o resultado esperado de alterar a posição de Teerã, de defender seu programa nuclear para fins pacíficos.”

Ouvem-se mais altos os tambores de guerra e o sinal é mais claro

Senadores dos EUA declararam, em uníssono, que as sanções contra o Irã não impedirão a República Islâmica de perseverar em suas “ambições nucleares” – em termos que leigos entendam: os políticos norte-americanos ‘exigem’ que o Irã pare de fazer o que o Irã já declarou incontáveis vezes que não está fazendo. Se o Irã não parar de fazer o que não está fazendo (i.e. fabricando bombas atômicas etc.), haverá consequências, incluído aí um cenário de Apocalipse, que interessa muito, é claro, a Israel.

Do senador dos EUA Joseph “Bombardeiem o Irã” Lieberman:

“Considero profundamente importante que a liderança iraniana fanática entenda que falamos muito sério sobre o programa de bombas atômicas deles, e se dizemos que não aceitamos que o Irã se torne nuclear, não aceitamos e não aceitaremos – e podemos e faremos qualquer coisa para impedir que o Irã se torne nuclear.

Depois virão as sanções, sanções violentas, sanções econômicas. Francamente, é a última chance que damos ao Irã de pouparem o mundo inteiro, inclusive os EUA, de terem de tomar uma dura decisão entre permitir um Irã nuclear e usar nosso poder militar para impedir que continuem nucleares.”

Do senador dos EUA Evan Bayh:

“Temos de considerar a opção final, o uso da força para impedir o Irã de construir uma arma nuclear.”

De Leon Panetta, diretor da CIA:

“Acho que as sanções terão algum impacto (…) Mas afastarão o Irã de suas ambições de alcançar capacidade nuclear? Provavelmente, não.”

Na reunião do G8, em julho, o presidente Obama declarou que o Irã teria prazo até setembro para aceitar as propostas internacionais que visam a impedir que a República Islâmica desenvolva armas nucleares. Setembro é o prazo final.

Os EUA não agirão sozinhos em guerra contra o Irã, nem nada leva a crer que os EUA declararão guerra ao Irã. Israel, que já provou sobejamente apoio integral ao terrorismo imperialista terá a tarefa de acender o pavio. Afinal de contas, quem impedirá a entidade sionista ilegal de fazer no Irã o que já fez no Líbano e em Gaza e faz em cada precioso palmo da terra palestina ocupada?

O Irã já se manifestou claramente, sem meias palavras, como tantas outras vezes. O embaixador do Irã à ONU, Mohammad Khazai, já disse que “se o regime sionista cometer qualquer agressão em território do Irã, incendiaremos todo o front dessa guerra que eles inventaram, e Telavive arderá.”

Setembro está perto e logo saberemos se Israel e EUA cumprirão, ou não, suas muitas ameaças. Todas as guerras provocadas por Israel ao longo de sua história de perversidades foram guerra de agressão ditas ‘preventivas’. O tempo dirá se tentarão acrescentar o Irã, como mais uma marca em pistola de matador. Se tentarem, saberão: foi a última vez.